Estudo indica que a supernova de Kepler é resultado de uma explosão termonuclear da interação de duas estrelas

  • A remanescente da supernova de Kepler, descoberta em 1604, é resultado de uma explosão termonuclear da interação de duas estrelas, uma anã-branca e uma gigante vermelha, segundo estudo da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. 

Com dados do observatório de raios x Chandra, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), astrônomos identificaram magnésio (elemento que não é encontrado em supernovas e que pode ter sido sugado da gigante pela anã-branca) em um disco no centro da remanescente, cujo formato é moldado geralmente por ventos soprados por uma estrela, e não por material expelido por supernovas.


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